terça-feira, 1 de abril de 2014

Professor universitário é ofendido e humilhado por militantes após criticar comunismo; assista


Imagem: Reprodução/Youtube
O ex-diplomata, procurador do Estado de São Paulo e professor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco - USP, Eduardo Lobo Botelho Gualazzi, teve a sua aula invadida e interrompida por alunos que atuam como militantes de movimentos políticos e sociais inseridos na faculdade.


No momento imediatamente anterior à invasão, o docente discorria sobre a ideologia socialista e explanava a respeito do fracasso de tais regimes totalitários, comumente identificados como "comunistas" ou "tiranias vermelhas". Para o estudioso, esses findaram nos maiores massacres e fracassos sociais "desde os tempos dos faraós", implicando "corrupção total, material e espiritual". 

Sua fala foi interrompida antes de abordar a instauração do Regime Militar em 1964, no entanto, conforme o depoimento de alunos, o professor já havia distribuído aos estudantes um documento no qual realizava uma avaliação positiva do ato, tendo em vista a alegada necessidade de enfrentamento do Comunismo e a bipolarização mundial, no contexto da época, entre o ocidente liberal e as "doutrinas vermelhas". 

Segundo o acadêmico, o valor do que nomeou "Revolução de 1964" consiste na possibilitação do encaminhamento posterior do país à democracia, diferindo de regimes totalitários que aspiram à perpetuidade. Gualazzi refere ainda que o Comunismo teria "trucidado" entre dez e quinze vezes mais seres humanos que o Nazismo, consolidando o "Holocausto Vermelho".

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As ofensas ao professor iniciaram-se com gritos de intimidação, toque de tambores e golpes desferidos na porta do recinto. Em seguida, a sala de aula foi violentamente invadida e o professor chegou a trocar agressões físicas com um aluno. Os indivíduos trajavam capuzes negros, aparentando denotar referência a práticas de tortura. Qual é a sua opinião a respeito deste fato?


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Lígia Ferreira
Folha Política
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