terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Sessão da CPMI é interrompida para votar "Lei do Calote"


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Foi suspensa há pouco a reunião da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras para acareação entre os ex-diretores da estatal Paulo Roberto Costa (Administração) e Nestor Cerveró (Área Internacional). O vice-presidente da comissão, senador Gim (PTB-DF), interrompeu a reunião para que senadores participassem de uma votação nominal no Plenário do Senado.

Antes, o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), que presidia a reunião, havia declarado o fim da acareação por causa do início da Ordem do Dia no Senado, gerando gritaria dos parlamentares da oposição. A decisão de encerrar a reunião acabou sendo revertida.

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“Temos a reunião mais produtiva, que está sendo cortada de forma abrupta”, reclamou o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Segundo ele, essa regra só é adotada quando há reuniões deliberativas da CPMI, e não para ouvir depoimentos. “A tradição das CPIs é de manter as oitivas. Na CPI dos Correios chegamos a ficar 11, 12 horas. Os senadores e deputados votavam e voltavam”, disse o parlamentar.

“Não vejo no Congresso Nacional nada mais importante que esta sessão”, afirmou o deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA).

Iniciada a sessão

Na presidência dos trabalhos, o 2º vice-presidente do Congresso, senador Romero Jucá (PMDB-RR), iniciou a sessão conjunta da Câmara e do Senado, em cuja pauta estão dois vetos e projetos de lei, entre os quais o que muda a forma de cálculo do resultado fiscal (PLN 36/14).

Deputados da oposição questionam o Decreto 8.367/14, que condiciona a liberação adicional de R$ 10,03 bilhões do orçamento federal, valores até então contingenciados, à aprovação do PLN 36/14.

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Agência Câmara
Editado por Folha Política
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