sexta-feira, 27 de março de 2015

Dilma nomeia tesoureiro de sua campanha para Secretaria de Comunicação Social


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Tesoureiro da campanha do PT ao Palácio do Planalto em 2014, o ex-deputado estadual Edinho Silva (PT-SP) foi anunciado nesta sexta-feira (27) para o comando da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

Ligado à corrente Construindo um Novo Brasil (CNB), majoritária no PT, Silva substituirá Thomas Traumann, que pediu demissão do governo na última quarta-feira (25).

Segundo a assessoria do Planalto, a posse de Edinho Silva, integrante do diretório nacional do PT, será realizada na próxima terça (31), às 11h. O secretário-executivo da pasta, Roberto Messias, está interinamente na chefia da secretaria que tem status de ministério.

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Desde a reeleição de Dilma, em outubro do ano passado, setores do PT defendiam a indicação de Edinho para a Secretaria de Comunicação Social, pasta responsável pela aplicação das verbas de publicidade do governo federal nos veículos de comunicação.

A secretaria também tem como função a interlocução do Executivo federal com a imprensa, além de gerenciar as estratégias de comunicação de todos os ministérios. A pasta também administra as redes sociais da Presidência. Atualmente, Dilma e o Planalto possuem perfis no Twitter, no Facebook, no Instagram e no Vine.

Formado em Ciências Sociais, o futuro ministro foi prefeito de Araraquara (SP) entre 2001 e 2008. Ele também presidiu o PT paulista entre os anos de 2008 e 2013. Em 2010, elegeu-se deputado estadual em São Paulo, cargo que ocupou por um mandato, até 2015.

Durante a campanha de 2010, participou da coordenação das campanhas eleitorais de Aloizio Mercadante ao governo de São Paulo e de Dilma Rousseff à Presidência da República. Na disputa presidencial do ano passado, ele ocupou o cargo de tesoureiro da campanha petista à Presidência.

‘Erros’ do PT

Em carta aberta publicada em sua conta no Facebook no início do mês, Edinho Silva afirmou que "há erros no campo político" do PT. Segundo ele, a legenda nunca esteve tão paralisada diante dos ataques da oposição.

Na rede social, o dirigente petista também comentou as denúncias de corrupção que envolveriam inclusive colegas de partido. Na ocasião, o novo ministro afirmou que se for comprovado que pessoas usaram o PT para enriquecer, a sigla tem de ser a primeira a defender a punição deles.

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Filipe Matoso 
G1
Editado por Folha Política
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