sábado, 28 de março de 2015

Esposas de opositores venezuelanos presos pedem ajuda da América Latina


Imagem: Juan Mabromata / AFP
As esposas de dois opositores venezuelanos presos, o prefeito de Caracas Antonio Ledezma e Leopoldo López, pediram apoio da América Latina ao serem recebidas nesta sexta-feira pela oposição no Congresso na Argentina.

"Queremos que os países da América Latina acordem, é hora de despertar, de falar e pedir a liberdade dos nossos 62 presos políticos", afirmou Lilian Tintori, esposa de López, sob os aplausos dos deputados.

Tintori e Mitzy Capriles foram recebidas em uma reunião convocada em conjunto pelas comissões de Legislação Penal, do Mercosul e de Assuntos Municipais, as três presididas por legisladores do bloco Proposta Republicana (PRO, direita).

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Os membros do PRO, junto com os legisladores dos principais partidos de oposição na Argentina, denunciaram "a deterioração democrática" na Venezuela.

As mulheres visitam Buenos Aires para o Primeiro Fórum Latino-americano de Prefeitos C40 sobre as Mudanças Climáticas.

A presença das venezuelanas foi criticada por organizações políticas e sociais de esquerda e alinhadas com o governo de Cristina Kirchner.

Aos deputados, Mitzy Capriles declarou que a acusação contra o marido foi "inventada por pessoas que não aceitam a dissidência".

O prefeito de Caracas foi preso em 19 de fevereiro por conspiração e está na prisão Ramo Verde, cerca de 30 km de Caracas, com Leopoldo López, preso em 18 de fevereiro de 2014.

López, líder da Vontade Popular, é acusado de incitar a violência nos protestos em massa do início de 2014 contra o governo de Nicolas Maduro, que terminou com 43 mortos.

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