quinta-feira, 5 de março de 2015

Tesoureiro do PT diz que repasse de dinheiro foi empréstimo entre amigos


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
O tesoureiro do PT João Vaccari Neto nega o recebimento de propinas em contratos da Petrobras e diz que as transações bancárias feitas com a empresa CRA, do empresário Cláudio Mente, resultaram de um empréstimo.

Em nota, Vaccari afirma que ele e Mente são amigos há muitos anos.


Segundo o texto, em 2008 Vaccari e sua mulher compraram uma casa nova e contavam com a venda da antiga para completar o valor necessário para pagar o imóvel.

A venda, porém, demorou mais do que o previsto, e eles solicitaram um empréstimo a Mente, afirma a nota.

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"O empréstimo foi feito por uma empresa de Mente. Assim que a venda da casa antiga foi efetivada, o empréstimo foi quitado", diz o texto.

A transação, segundo Vaccari, foi declarada no Imposto de Renda conjunto do casal, da qual constam tanto o empréstimo em 2008 quanto sua quitação em 2009.

Diz ainda que a legalidade da operação é confirmada pelo fato de ela ter sido feita por transações bancárias. "Dessa maneira, estranhamos que uma operação perfeitamente legal e que não tem a mínima proximidade com as investigações conduzidas atualmente pela Polícia Federal seja colocada sob suspeita", afirma.

Os advogados da Toshiba dizem que a empresa não pagou propina e seus contratos foram obtidos licitamente.

A Folha não localizou a defesa de Cláudio Mente.

Imagem: Editoria de Arte / Folhapress


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Folha de S. Paulo
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