quarta-feira, 17 de junho de 2015

Desfeita a senadores em viagem à Venezuela foi acertada com Lula e o Planalto, afirma colunista


Imagem: Reprodução / DP
A Venezuela manteve um longo silêncio sobre pedido de pouso de avião oficial com senadores brasileiros. Os senadores pretendem visitar opositores de Maduro que encontram-se presos. O silêncio foi interpretado como uma recusa, e motivou pronunciamento do senador Caiado, que sugeriu até mesmo o rompimento de relações com a Venezuela. Em seguida, a Venezuela autorizou o pouso do avião com os senadores. O colunista Cláudio Humberto afirma que o silêncio inicial foi, de fato, uma recusa, e que essa recusa foi combinada com o ex-presidente Lula e com o governo. 


Leia abaixo o texto de Cláudio Humberto: 

A decisão da Venezuela, de recusar autorização para o pouso de um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) em Caracas, com senadores brasileiros a bordo, foi comunicada antes a autoridades do governo Dilma. Como são todos farinha do mesmo saco bolivarianista, ficou acertado que o governo do Brasil manteria silêncio cúmplice, sem se queixar da grave agressão ao Legislativo brasileiro. Cumpriu-se o trato.
Leia também: 

O presidente da Câmara venezuelana, Diosdado Cabello, veio ao Brasil tentar “proibir” a visita dos senadores. Mas aqui não é a Venezuela.
Recebido por Lula e Dilma, o deputado Diosdado Cabello (nº 2 do regime venezuelano) é investigado nos EUA por ligações ao narcotráfico.
Caricatura de autoridade venezuelana, um “Defensor do Povo” também esteve no Brasil há um mês, tentando impedir a viagem dos senadores.
O medo do Planalto fez os ministros Jaques Wagner (Defesa) e Mauro Vieira (Relações Exteriores) calarem a boca diante da Venezuela. 

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