domingo, 1 de maio de 2016

Afastamento de Dilma pode levar vários de seus ministros e auxiliares à prisão


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
A cúpula do PT está em pânico com a possibilidade de que vários ministros e membro do governo Dilma sejam presos ou alvos de inquéritos, logo após o afastamento da presidente, após o 11 de maio. Uma das principais implicações do afastamento de Dilma é que todos os membros do alto escalão serão demitidos imediatamente e perderão direito ao foro privilegiado.


Ministros como Jaques Wagner, Aloizio Mercadante e Edinho Silva já são alvos de vários inquéritos na justiça, onde pesam acusações graves de envolvimento em crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

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Mercadante e Edinho são os que mais preocupam a cúpula petista. Se por um lado, sabem demais, por outro são os mais fracos e vulneráveis a possíveis acordos de delação, o que traria mais dor de cabeça para o partido e seus líderes. Jaques Wagner também é alvo de várias investigações, mas é tido como uma pessoa de confiança.

Mas estas não são as únicas preocupações do PT.

Segundo as delações, investigações e outras revelações da operação Lava Jato, a presidente Dilma Rousseff teve 24 auxiliares citados em possíveis "broncas" pela Polícia Federal:

Aloizio Mercadante, Antonio Palocci, Carlos Gabas, Edinho Silva, Alexandre Padilha, Edison Lobão, Afonso Florence, Erenice Guerra, Fernando Pimentel, Silas Rondeau, Guido Mantega, Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo, Mario Negromonte, Fernando Bezerra, Gilberto Carvalho, Arthur Chioro, Celso Pansera, Henrique Alves, Izabella Teixeira, Mozart Sales, Mauro Borges, Paulo Sérgio Passos e Ideli Salvati.

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Editado por Folha Política
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