quarta-feira, 20 de julho de 2016

Membros do governo Dilma, em quarentena, tentam uma 'boquinha' em fundação ligada ao Ministério da Saúde


Imagem: Valter Campanato/ABr
A ex-ministra do Desenvolvimento Social Tereza Campello e o ex-vice-presidente dos Correios Swedenberger Barbosa (ele foi braço direito de José Dirceu no primeiro mandato de Lula) frequentam a unidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Brasília. A fundação, voltada à pesquisa, é vinculada ao Ministério da Saúde. Eleonora Menicucci, que foi ministra da Secretaria das Mulheres, também passará a frequentar o local.


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A coluna EXPRESSO, da revista Época, conseguiu falar com Barbosa por telefone enquanto ele estava na fundação. Perguntado sobre qual função desempenhava no local, Barbosa disse que estava lá justamente para discutir como poderia colaborar. “Talvez na condição de assessor da diretoria regional de Brasília”, afirmou. Barbosa, que deixou uma vice-presidência dos Correios em maio, afirmou que sua situação na Fiocruz dependerá da consulta que fez à Comissão de Ética Pública da Presidência da República. Ou seja, se poderia desempenhar alguma função em seu período de quarentena. 

Por meio de sua assessoria de imprensa, a Fiocruz informou que Tereza (casada com o ex-tesoureiro do PT Paulo Ferreira, preso na Lava Jato) tem colaborado num programa dedicado ao vírus zika, e Eleonora na Universidade do SUS. Ambas, de acordo com a Fiocruz, não recebem remuneração, pois, assim como Barbosa, estão em quarentena. 

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Murilo Ramos
Época
Editado por Folha Política
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