segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Até Fabio Porchat abandona a narrativa do “golpe”


Imagem: Reprodução / Jornalivre
O comediante Fábio Porchat, cujo nome apareceu recentemente na Operação Boca Livre, que investigou fraudes através da Lei Rouanet, concedeu uma entrevista para a Folha de São Paulo neste fim de semana a respeito do caso e também aproveitou para comentar brevemente sobre o momento político do país.


Além de dizer que votou em Marina Silva em 2014, Porchat também deixou claro que a narrativa petista de chamar impeachment de golpe não é mais adotada por ele. Quando foi questionado sobre o impeachment, ele disse:

“Acho que a Dilma se cercou muito mal de pessoas péssimas que a apunhalaram, inclusive. Mas tudo dentro da lei, não acho que foi feito nada fora da lei. Foi tudo votadinho. Uma presidente, seis anos depois, não consegue ter 150 nego na Câmara para dizer não?”

O comentário rendeu algumas duras críticas de seus antigos defensores. Portais de esquerda o atacaram pelo comentário, acusando-o de ser “vira casaca” e de ser também “conivente com o golpe”. Nas redes sociais, muitos lembraram de um vídeo do canal Porta dos Fundos no qual Porchat e outros membros do grupo aparecem vestidos como petistas, ironizando os anti-petistas.

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