quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Senadores dilmistas vão tentar diminuir a pena para que ela possa exercer cargo público


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Depois que os petistas e aliados reconheceram que não têm voto para reverter a cassação do mandato da presidente afastada Dilma Rousseff, vão apresentar nesta manhã um destaque para votar em separado a cassação do mandato e a inabilitação dos direitos políticos. Assim pretendem conseguir votos para salvar os direitos políticos, ou seja, para garantir que Dilma possa exercer cargo público, se quiser.


Os aliados de Dilma dizem que essa medida não tem como objetivo permitir que ela dispute a próxima eleição. Ocorre que, se perder os direitors político, Dilma não poderia ocupar nenhum cargo público, nem mesmo ser professsora em uma universidade pública, que é um desejo dela.

Petistas argumentam que há um antecedente que permite o voto em separado e citam o impeachment de Fernando Collor. Segundo eles, na ocasião, o então presidente renunciou antes da votação no Senado. Mesmo com a perda do mandato, os senadores se reuniram para votar a inabilitação dos direitos políticos. 

O voto em separado deve ser apresentado pela senadora Kátia Abreu (DEM-TO), ex-ministra de Dilma e amiga pessoal da presidente afastada.

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