segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Dilma confirma que mandou sacrificar o cão 'Nego' e emite nota se explicando


Imagem: Reprodução
Diante das polêmicas em torno do paradeiro do labrador Nego, a ex-presidente Dilma Rousseff resolveu usar seu blog para se defender. Contrariando informações anteriores, Dilma afirmou que de fato, o cão foi sacrificado. Inicialmente, Dilma e assessores haviam dito que o cão havia ficado com um ex-funcionário da petista. Apesar de admitir que sacrificou Nego, Dilma alega que o fez por recomendações de um veterinário.

O cão Nego foi estrela da campanha de Dilma Rousseff, parecendo em tomadas de vídeo brincando com a ex-presidente. O cão havia sido abandonado por José Dirceu na residência da Casa Civil. Quando Dilma assumiu a pasta, ficou o cachorro.

A nota foi publicada no Blog da Alvorada.

Confira a íntegra:
NOTA À IMPRENSA
A respeito das notas publicadas pela imprensa sobre a morte do cachorro Nego, a Assessoria de Imprensa de Dilma Rousseff esclarece:
1. Não procede a informação de que Dilma Rousseff tenha “abandonado” o labrador Nego, que ganhou de José Dirceu em 2005. Ao lado dos outros cães de estimação da ex-presidenta – todos adotados: os labradores Boni, Galego e Princesa, além da cadelinha Fafá –, Nego foi amado por Dilma e sua família desde que passou a viver com ela em Brasília, nos tempos em que era ministra-chefe da Casa Civil.
2. Animal de grande porte, com quase 1,70m, Nego tinha três anos de idade quando passou a viver com Dilma. Aos 14 anos, desde dezembro de 2015, vinha sofrendo. Além da idade avançada, foi diagnosticado pelo veterinário como portador de mielopatia degenerativa canina.
3. Sob cuidados e orientação do médico-veterinário, Dilma prolongou ao máximo que pode o conforto e as necessidades de Nego. Há dois meses, o médico recomendou que fosse abreviado o sofrimento do cão, um dos prediletos de Dilma. Relutante, ela adiou a decisão até pouco antes de deixar o Palácio da Alvorada, na semana passada, e mudar-se para Porto Alegre.
4. Dilma sempre teve amor por animais de estimação. Adotou Fafá quando percorria as ruas de Brasília em uma caminhada e encontrou a cadelinha abandonada no Lago Sul. A acolheu e passou a cuidar dela com amor, atenção e carinho. Fafá permanece com uma das tias da ex-presidenta, que a levou para Belo Horizonte, onde vai ficar até que Dilma a transfira para Porto Alegre, em novembro.
5. Já a labradora Princesa está com o ex-marido de Dilma, o advogado Carlos Araújo, em Porto Alegre. Quanto aos outros cães – os labradores Boni e Galego – Dilma optou por deixá-los com amigos que vivem em Brasília, porque não havia como levar os dois para morar no apartamento que tem em Porto Alegre.
ASSESSORIA DE IMPRENSA
DILMA ROUSSEFF

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