sábado, 1 de outubro de 2016

Campanha de Dilma recebeu propina de US$ 11 milhões da Odebrecht, mostra relatório da PF


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
A Polícia Federal descobriu que  dinheiro ilícito da Odebrecht bancou despesas da campanha presidencial de 2010 de Dilma Rousseff, quando a petista foi eleita pela primeira vez. A transação foi comandada pelo ex-ministro Antonio Palocci, que entregou a propina ao marqueteiro da campanha, João Santana.

Os pagamentos foram feitos na conta Zeal, mantida pela offshore de Santana, Shellbill, no banco suíço Heritage. A PF  obteve a integralidade dos extratos bancários da conta. “Constatou-se que tais pagamentos estavam atrelados à atuação de Antonio Palocci Filho e relacionados sob rubrica do ano de 2011 nas planilhas POSIÇÃO – ITALIANO210712.xls e POSICAO-ITALIANO 22 OUT 2013 EM 25 nov.xls.”

“Conforme já demonstrado, o pagamento, travestido de remuneração pelos serviços publicitários de João Cerqueira de Santana Filho e Mônica Regina Cunha Moura (mulher de Santana) ao Partido dos Trabalhadores na campanha presidencial de 2010, consistia em consumação das vantagens indevidas concedidas pela Odebrecht em favor de Antonio Palocci Filho e do grupo político que este representava”, diz o documento, subscrito pelo delegado Filipe Hille Pace, que comanda a Operação Omertà, 35ª fase da Lava-Jato.

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