segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Executivos da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez 'aditam' delações e podem envolver Aécio Neves e PSDB


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Os “aditamentos” nas delações de executivos da Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez na Lava Jato, em razão das novas revelações das colaborações da Odebrecht, da OAS e de Sérgio Machado já estão avançando. Um dos acionistas da Camargo Corrêa, Luiz Nascimento, deve confirmar aos procuradores de Curitiba que pagou pessoalmente R$ 350 mil a Machado, ex-presidente da Transpetro, por contratos do Estaleiro Atlântico Sul.

Segundo entendimentos preliminares, Nascimento deve afirmar que a construtora Queiroz Galvão, sócia no estaleiro, também pagou propina a Machado.

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A Camargo Corrêa vai relatar ainda pagamento de propina ao PSDB de São Paulo por intermédio do ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto. A empresa irá reconhecer cartel, fraude e superfaturamento nas obras do Rodoanel e do metrô de 2007 a 2014, nos governos José Serra e Geraldo Alckmin.

Mesmo com o “recall”, temem que as delações sejam anuladas caso o MPF entenda que as omissões foram intencionais.

REVISÃO 1

Executivos da Andrade podem envolver Aécio e Berzoini Nas negociações para que relatem propina na obra da Cidade Administrativa, no governo de Minas, os procuradores pedem que executivos da Andrade Gutierrez confirmem se ela foi paga a Oswaldo Borges da Costa Filho, o Oswaldinho, ligado a Aécio Neves (PSDB). A Andrade dirá que pagou propina pela obra da usina de Santo Antonio ao ex-ministro Ricardo Berzoini, que já foi citado em colaborações de ex-diretores da empresa.

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Vera Magalhães
O Estado de S. Paulo
Editado por Folha Política
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