quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Site petista forjou dados sobre custo do jantar oferecido por Michel Temer a deputados


Imagem: Reprodução
Desde que o presidente Michel Temer ofereceu um jantar aos deputados para articular a aprovação da PEC 241, a mídia petista passou a adotar a narrativa de que “o presidente estava oferecendo um jantar milionário para deputados aprovarem o corte de gastos”. A narrativa é mentirosa por dois motivos: a PEC disciplina os gastos mantendo investimentos, e o jantar não foi milionário. No entanto, isso serviu de deixa para o site petista Mídia Popular forjar informações sobre o jantar. Segundo o texto fraudulento, o jantar teria custado R$ 30 milhões.


As informações falsas circularam pela internet e foram insufladas pela militância de extrema-esquerda. No entanto, o site Boatos.org desmascarou a fraude. Abaixo você lê o texto mentiroso, e na sequência a fraude desmascarada. 

Leia também: 

Do Mídia Popular: 


Do Boatos.org: 
Só a fonte da informação já nos ajudaria a desconfiar da matéria. Mas a estrutura do texto e os entrevistados ajudam a chegar à conclusão. Para começar, o texto simplesmente pega os produtos mais caros do mundo e diz que eles foram servidos no banquete. A partir daí, chega ao número de R$ 30 milhões. E qual é a base, o especialista em gastronomia e grandes eventos Alexandre N. Villa.Fomos procurar quem era esta figura e, assim como em outras matérias do Mídia Popular, não achamos sequer uma referência sobre o tal especialista em gastronomia Alexandre N. Villa. A única exceção é o texto do boato, que foi replicado por outras páginas. Ou seja, todas as “provas” para o custo do banquete foram baseadas em um depoimento de um fake.Para além disso, a Folha, que cobriu os detalhes sobre o jantar, noticiou o que tinha no cardápio. O menu chegou a ser piada entre os políticos, segundo o jornal. Como é possível ver abaixo, o vinho não era o mais caro do mundo e nem tinha caviar no menu. Leia:“O cardápio frugal do encontro também foi motivo de galhofa. Nas palavras de um congressista, foi uma “refeição do teto de gastos”: salada, salmão, carne e risoto, além de vinho argentino”.

Desde que o processo de impeachment tomou corpo, os sites petistas triplicaram a quantidade de boatos contra o novo governo. Dentre as mentiras, já foi dito que os senadores haviam votado o fim das férias junto com o afastamento de Dilma Rousseff e que o governo Temer queria que os brasileiros trabalhassem 60 horas por semana. A Operação Lava Jato também não escapou da máquina de mentiras. Quando os procuradores do Ministério Público Federal fizeram a coletiva de imprensa sobre as investigações contra Lula, o site petista Conexão Jornalismo emplacou nos noticiários nacionais a mentira de que Deltan Dallagnol havia dito que “não tinha provas, mas sim convicções”.

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Jornalivre
Editado por Folha Política
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