segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Ventos arrombaram os lacres da PF em galpão com as 'tralhas' de Lula, dizem advogados


Imagem: Reprodução / Veja
O galpão do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, onde estão armazenados parte do acervo presidencial do ex-presidente Lula, foi atingido pelas fortes chuvas da última semana na região metropolitana. Os advogados da entidade comunicaram ao juiz federal Sergio Moro que os ventos arrombaram os lacres colocados pela Polícia Federal após a 24ª fase da Lava Jato – deflagrada em 4 de março para levar o ex-presidente para depor coercitivamente. Os investigadores devem voltar ao local para verificar se algo a mais foi mexido.

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O local, situado na Travessa Monteiro Lobato, no Centro, foi alugado pelo Instituto Lula em janeiro após a OAS interromper o contrato de aluguel com a transportadora Granero. A coleção de materiais recebidos por Lula foi transportada de Brasília para São Paulo logo após o fim de seu mandato. De imediato, o acervo ficou em depósito da Granero, ao custo de 1,3 milhão de reais. Para a Lava-Jato, o valor pago pela empreiteira é parte dos recursos ilícitos desviados da Petrobras ao ex-presidente. O contrato de locação entre o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e o Instituto Lula está no valor de 2.500 reais, sem destacar o tamanho total da área utilizada. Adicionou “que a natureza do acervo, quantidade e destinação são de responsabilidade do instituto, locatário do espaço”.

No acervo no depósito em São Bernardo estão armazenados 369.000 cartas, 9.965 livros e 15.896 discursos feitos pelo petista durante os oito anos de presidência. Também estão listados milhares de bonés, bandeiras e camisetas.

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Editado por Folha Política
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