terça-feira, 29 de novembro de 2016

Empresa de Lulinha faturou R$ 317 milhões. Fenômeno administrativo?


Imagem: Reprodução
A Lava Jato está cada vez mais próxima de desvendar o fenômeno administrativo de Lulinha. A operação da polícia federal chegou ao núcleo empresarial da família Lula da Silva. De acordo com um laudo técnico da Polícia Federal, obtido por O Antagonista, a empresa Gamecorp, de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, embolsou mais de R$ 317 milhões entre 2005 e 2016.


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O dinheiro já deu muitas voltas por aí. Circulou por 12 diferentes contas bancárias mas, com a quebra do sigilo bancário da G4 Entretenimento, espera-se que está história tenha um fim. Os dados levantados até o momento mostram que essa outra empresa de Lulinha faturou mais R$ 19,7 milhões, elevando a quase R$ 350 milhões o total de recursos embolsados pelo primogênito de Lula.

Este mesmo laudo da PF mostra que a maior parte desse valor teve origem no Grupo Gol, de Jonas Suassuna e, veja só que mundo pequeno, no próprio Instituto Lula. A sujeira fica ainda pior se for analisada a história como Lulinha ganhou um apartamento de Jonas Suassuna. Este mesmo empresário registrou o apartamento em seu nome, mas não pagou por ele. Ou, ao menos, não há indícios deste pagamento. Até o momento, está é a maior dúvida porque, se o dinheiro não saiu de suas contas, é preciso descobrir quem pagou e como ele foi pago. Esta é a próxima missão da PF.

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Editado por Folha Política
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