quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Inquérito da PF conclui que o deputado José Guimarães recebeu propina


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
A Polícia Federal acaba de concluir inquérito no qual o deputado José Guimarães é apontado como beneficiário de R$ 97,7 mil em propinas repassadas pelo delator Alexandre Romano.

Guimarães atuou junto ao Banco do Nordeste (BNB) para obter a liberação de R$ 260 milhões para projetos de usinas eólicas do grupo Densevix.


No inquérito 4259, que tramita no STF, a Polícia Federal revela que a propina para José Guimarães foi paga por meio de dois cheques de Alexandre Romano.

O primeiro, no valor de R$ 30 mil, foi descontado pelo escritório de advocacia que defendeu Guimarães da ação penal 470. O segundo cheque, no valor de R$ 67,8 mil, foi nominal a uma fábrica de papel fornecedora da gráfica usada pelo deputado.

"Foram identificados elementos suficientes para apontar a materialidade e autoria dos crimes de corrupção passiva qualificada e lavagem de dinheiro pelo parlamentar", diz a PF.

"Também foram apontados indícios suficientes de autoria e materialidade do delito de corrupção passiva qualificada cometido pelo ex-presidente do BNB", em referência a Roberto Smith.

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