sábado, 26 de novembro de 2016

Trump diz que Fidel foi um ditador brutal que oprimiu seu próprio povo por quase seis décadas


Imagem: Jose Goitia / The New York Times
O presidente eleito dos EUA, Donald Trump, disse neste sábado (26) esperar que a morte de Fidel Castro "marque um movimento para longe de horrores que duraram demais, e em direção a um futuro em que o maravilhoso povo cubano finalmente viva na liberdade que eles tanto merecem."


Trump inicia um comunicado divulgado à imprensa americana classificando o líder cubano como um "ditador brutal que oprimiu seu próprio povo por quase seis décadas" e que deixa um "legado de pelotões de fuzilamento, roubo, inimaginável sofrimento, pobreza e negação de direitos humanos básicos".

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No texto, afirma que seu governo "vai fazer todo o possível para assegurar que o povo cubano possa finalmente começar sua jornada em direção à prosperidade e à liberdade". Trump também cita os veteranos da fracassada invasão da Baía dos Porcos, em 1961, e diz esperar que "num dia próximo" eles vejam uma Cuba livre.

Mais cedo, em sua página no Twitter, o empresário reagiu à morte do líder cubano apenas com a frase "Fidel Castro morreu!".

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G1
Editado por Folha Política
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