terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Renan já é tratado como ex-presidente do Senado


Imagem: Reprodução / DP
Fim de gestão dá ao político a sensação do poder escapando-lhe por entre os dedos, do tradicional cafezinho servido frio aos telefonemas não atendidos e pedidos ignorados. É o caso de Renan Calheiros, cujo mandato na presidência do Senado se encerra em 1º de fevereiro, mas já acabou na prática, com a Casa de recesso. Ele tem passado por tudo isso. E nem conseguiu promover um diplomata que o assessora.


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Presidente do Senado nem precisa pedir: o diplomata que o assessora é sempre promovido na carreira. Renan pediu, mas não foi atendido.

O chanceler José Serra alegou “outros compromissos” e ignorou Renan, mas atendeu pedidos de Rodrigo Maia, presidente da Câmara.

Das cinco vagas para embaixador, duas atenderam perseguidos na era PT, uma para o porta-voz de Temer, outra para um protegido de Maia.

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Diário do Poder
Editado por Folha Política
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