domingo, 8 de janeiro de 2017

Selfie de Gregório Duvivier com amigos causa polêmica na web


Imagem: Reprodução
Uma selfie postada pelo humorista Gregório Duvivier causou polêmica nas redes sociais. O humorista foi criticado pela fotografia de um grupo de amigos, por não haver nenhum negro. Entre os críticos, o site O Reacionário comenta: "os fiscais de melanina falam tanto em diversidade e pluralidade que acabamos nos guiando pela retórica pretensamente humanista. E é aí que nos deparamos com a realidade, percebendo que a extrema-esquerda é majoritariamente branca e elitista".

Leia abaixo o texto do blog O Reacionário: 

É claro que o dia não passaria sem nenhum comentário sobre a foto do Gregório Duvivier. Nós aqui da Direita não temos o hábito de fiscalizar amizades ou grupos de pessoas pela cor da pele, nem nos apropriamos dos tribunais raciais do apartheid para fazer baixa política. Mas convenhamos: os fiscais de melanina falam tanto em diversidade e pluralidade que acabamos nos guiando pela retórica pretensamente humanista. E é aí que nos deparamos com a realidade, percebendo que a extrema-esquerda é majoritariamente branca e elitista. 
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De minha parte, confesso que fico aliviado em ver que o único negro que aparece na foto não está acompanhando o grupo. Ele está ao fundo, provavelmente se trata de um honesto trabalhador brasileiro. Os brancos que me desculpem, mas aí o sangue fala mais alto: parte considerável da mídia gosta de retratar o negro sempre como o inválido e incapaz que só tem opções na vida quando escolhe o crime. A presença de um negro naquele grupo poderia reforçar este estereótipo. Imaginem só, um negrão ali ao lado de Jefferson Monteiro, o publicitário mercenário que tocava o Dilma Bolada, e que para isso recebia dinheiro da agência Pepper (procurem mais nas operações Acrônimo e Lava Jato). Ou ao lado de Marcelo Freixo. Queimaria nosso filme, sinceramente. 
Aliás, seria um contra-senso um negro ali. No grupo está presente a socialite comunista Hildegard Angel, que anos atrás pregou o fechamento das praias do Rio para os pobres. Queria evitar os arrastões, mas como ela é contra o trabalho da polícia e contra a redução da maioridade penal, prefere vedar o acesso de todos os pobres do que atacar a criminalidade de fato. Sim, a extrema-esquerda faz um favor não incluindo negros nessas rodas. 
Termino lembrando um gracejo de autor anônimo que vi rolando em minha timeline no Facebook: 
"Você acha que japonês é tudo igual? É porque não conhece a esquerda progressista brasileira"

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Luciana Camargo
Folha Política
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