domingo, 26 de fevereiro de 2017

Janaína Paschoal rebate procuradora de 'extrema-esquerda': 'Dizer que a criança pertence ao Estado leva a totalitarismos'


Imagem: Montagem / Folha Política
A jurista Janaína Paschoal manifestou-se sobre a polêmica criada quando a procuradora dos Direitos do Cidadão, dra. Deborah Duprat, afirmou que a família não tem poder absoluto sobre a criança. A fala da procuradora levou a um intenso debate sobre a quem "pertence" a criança. 

Janaína Paschoal lembrou que a criança é uma pessoa, portanto sujeito de direitos. E afirmou: "Dizer que as crianças pertencem ao Estado constitui um perigoso equívoco. Esse tipo de ideia leva aos totalitarismos". 


Leia a manifestação de Janaína Paschoal: 
Eu não havia visto a polêmica acerca de quem é "dono" da criança: o Estado ou a família.
Não considero apropriado dizer que a criança pertence... A criança é sujeito de direitos, em fase especial de desenvolvimento; não é coisa.
Dizer que as crianças pertencem ao Estado constitui um perigoso equívoco. Esse tipo de ideia leva aos totalitarismos. 
Mas também há riscos na tese de que a criança pertence à família. A família tem o direito de educar conforme sua crença; mas não pode tudo.
Em nome do poder da família, crianças e adolescentes não podem ficar abandonados à própria sorte, quando há, por exemplo, atos de violência.

Veja a fala da procuradora:



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