segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

'Mostra que lê a papelada, mas não dá a mínima para a vida real', detona jornalista sobre decisão do STF que soltou goleiro Bruno


Imagem: Montagem / Folha Política
O jornalista José Nêumanne Pinto fez duras críticas ao ministro Marco Aurélio Mello e ao Judiciário pela decisão de soltar o ex-goleiro Bruno. Para Nêumanne, o Judiciário "mostra que lê papelada, mas não dá a mínima para vida real".  Nêumanne diz que, se o juiz não pode julgar a partir do clamor popular, também não é correto julgar apenas para se opor a esse clamor. 

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Nêumanne vai além: comenta a declaração de Bruno, de que sua prisão não traria Eliza Samudio de volta, e afirma que "os argumentos da liminar, de que ele o réu era “primário” e tinha “bom comportamento”, concorrem em cinismo com essa declaração".

O jornalista ainda pergunta: que culpa tem a sociedade se a Justiça foi lenta ao julgar o recurso de Bruno? Por que não punem o Tribunal de Justiça de Minas, ao invés de punir a sociedade?

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Luciana Camargo
Folha Política
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