terça-feira, 23 de maio de 2017

Alvo de operação da PF, ex-governador Arruda retorna à carceragem onde ficou dois meses preso


Imagem: Reprodução / Twitter
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (23) a Operação Panatenaico, que apura fraudes e desvio de recursos das obras de reforma do Estádio Nacional Mané Garrincha para a Copa do Mundo de 2014. São alvos da ação policial os ex-governadores José Roberto Arruda, do DEM, Agnelo Queiroz, do PT, e o vice do petista Tadeu Filippelli, do PMDB. Filippelli é assessor especial do presidente Michel Temer. Orçadas inicialmente em R$ 600 milhões na gestão Arruda, as obras custaram ao fim, na administração Agnelo, R$ 1,6 bilhão.



Há indícios de superfaturamento e corrupção dos agentes públicos responsáveis pela empreitada. As fraudes envolvem as empresas Andrade Gutierrez e Via Engenharia.

Arruda retorna à carceragem da Superintedência da PF em Brasília, local onde passou uma temporada de dois meses em 2010, após ser preso na Caixa de Pandora, operação da PF que investigou esquema de corrupção envolvendo contratos do governo do Distrito Federal. Arruda foi flagrado em vídeo recebendo propina das mãos do operador Durval Barbosa.

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