sexta-feira, 26 de maio de 2017

Ministérios já contabilizam prejuízo de R$ 1,4 milhão com vandalismo em Brasília


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Os atos de vandalismo durante a manifestação na Esplanada dos Ministérios na quarta-feira geraram um prejuízo de, pelo menos, R$ 1,4 milhão aos cofres públicos. Somente o Ministério da Agricultura contabiliza prejuízo de R$ 1,1 milhão, segundo informações da diretoria de administração.




Segundo levantamento do Ministério do Planejamento, os três prédios ocupados pelo órgão sofreram danos de R$ 330.979,31. Os maiores prejuízos foram registrados em mobília e computadores. O ministério informou, no entanto, que continua fazendo o levantamento dos prejuízos que e pode haver mais computadores ou equipamentos danificados que ainda não foram identificados pela perícia.

O Ministério do Planejamento informou que continua fazendo o levantamento dos prejuízos e pode haver mais computadores ou equipamentos danificados que ainda não foram identificados pela perícia.

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Entre os ambientes danificados do Ministério da Agricultura estão o térreo, o hall, um auditório, a galeria de ministros, uma sala de reuniões e outra de apoio. A escada que sobe para o primeiro andar foi pichada e um piso de mármore da década de 1960 foi queimado. O maior prejuízo foi o da sala do térreo que era equipada com mesa microfonada, projetores e cadeiras especiais, antes de ser queimada. A sala havia sido reformado em 2014. O prédio ainda conta com várias vidraças quebradas e os reparos dos danos devem levar três meses.

A Casa Civil solicitou que cada ministério fizesse um relatório detalhando os prejuízos e afirmou que irá entrar com uma ação conjunta com os órgãos para indiciar os responsáveis e pedir perdas e danos. Apesar dos estragos, o funcionamento dos ministérios da Agricultura, da Fazenda e do Trabalho não foram afetados. Já o Ministério da Cultura e do Meio Ambiente suspendeu o expediente de hoje para finalizar a perícia.

Seguindo a manifestação, o presidente Michel Temer chegou a acionar a Garantia da Lei e da Ordem (GLO), dispositivo previsto na Constituição para casos em que as forças locais estejam esgotadas, convocando militares para reforçar a segurança em meio ao protesto, que reuniu mais de 45 mil pessoas.

Entretanto, nesta quinta-feira, depois de reclamações do governo de Brasília, Temer recuou e revogou o uso de militares na segurança da Esplanada dos Ministérios.

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O Globo
Editado por Folha Política
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