sexta-feira, 9 de junho de 2017

Ministro do TSE perde o controle, faz gesto de decapitação e lança 'maldição da ira do Profeta' sobre jornalistas e suas famílias; veja


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Na volta do intervalo no julgamento da cassação da chapa Dilma-Temer, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho teve um acesso de ira contra jornalistas. Mais cedo, o filho do ministro levou-lhe um envelope e não pôde entrar no Tribunal por não estar adequadamente vestido, e o ministro não gostou de como isso foi noticiado. O juiz jogou uma praga sobre os jornalistas: "Desejo que essa pessoa sofra em si e na sua família o que me fez passar".

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Lembrando ainda que o jornal Valor noticiou que seu nome foi mencionado na proposta de delação da OAS, além de já ter sido mencionado pela JBS, o ministro dirigiu impropérios aos jornalistas, e sugeriu a necessidade de censura: "É preciso pôr um freio nisso. Isso está descambando para uma relação que não chegará a bom termo". 

Napoleão Nunes Maia Filho continuou: "se isto não terminar, o final não será bom. Todos nós estamos sujeitos ao alcance dessas pessoas. Publicam o que quiserem. O sujeito fica indefeso diante disso? Deve amargurar isso em seu coração? Ou deve fazer o quê?".

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O ministro chamou as menções a seu nome em delações premiadas de "mentiras deslavadas" e passou a atacar o instituto das delações:  "A mentira é desse Assis, que disse isso para me incriminar em troca das benesses que recebeu.  A delação está servindo para isso". Ele recebeu o apoio do presidente do TSE, que comparou ainda as menções aos juízes pela imprensa ao pedido do procurador eleitoral, que arguiu o impedimento do ministro Admar Gonzaga, que foi advogado de Dilma na campanha de 2010. 

Exaltado, o ministro lançou mais uma praga contra seus inimigos: "Com a medida com que me medem serão medidos; que sobre ele desabe a ira do profeta". Fazendo um gesto de decapitação, afirmou: "É o que eu desejo: que sobre eles desabe a ira do profeta!".

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Luciana Camargo
Folha Política
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