sexta-feira, 30 de junho de 2017

Principais presidenciáveis têm rejeição acima dos 50%, mostra pesquisa


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
O Instituto Ipsos publicou nesta quinta-feira um levantamento que, entre outros dados, mostra a popularidade de possíveis presidenciáveis da eleição de 2018: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), o prefeito paulistano, João Doria Jr. (PSDB), o senador José Serra (PSDB-SP), o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), a ex-senadora Marina Silva (Rede) e o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-JR).



Líder das intenções de voto, conforme o mais recente Datafolha, com 30% da preferência, Lula é o postulante ao Planalto mais popular na pesquisa Ipsos, com 28% de aprovação. Abaixo do petista no quesito popularidade aparecem Marina (21%), Doria (16%), Bolsonaro (15%), Alckmin e Ciro (12% cada) e Serra (11%).

Todos eles, conforme o instituto de pesquisas, têm índices de desaprovação acima dos 50%. O mais impopular é José Serra, rejeitado por 79% dos brasileiros, seguido por Geraldo Alckmin (71%), Lula (68%), Marina Silva (62%), Ciro Gomes (55%), Jair Bolsonaro (54%) e João Doria (52%).

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Gomes foi o possível presidenciável que mais teve respostas “não sei/não tenho conhecimento para avaliar”, com 33%. Depois dele vêm Doria (32%), Bolsonaro (31%), Marina e Alckmin (17% cada), Serra (10%) e Lula (4%).

Ventilados como possíveis candidatos, embora não assumam abertamente a intenção de entrar na corrida ao Planalto, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa e o apresentador de TV Luciano Huck também foram avaliados.

Barbosa é aprovado por 42% dos brasileiros e rejeitado por 37%, conforme o Ipsos, enquanto Huck tem aprovação de 44% e rejeição de 39%. Não sabem ou não têm informação suficiente para avaliar o ex-ministro 22%, número que é de 18% para o apresentador.

Também incluído na pesquisa, o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em primeira instância, tem rejeição de 28% e aprovação de 63%. Apenas 9% disseram que não sabiam responder ou não tinham conhecimento suficiente para fazê-lo.

O Ipsos entrevistou 1.200 pessoas em 72 municípios em todo o país entre os dias 1º e 13 de junho. A pesquisa tem margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Editado por Folha Política
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