sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Defesa de marqueteiros de Lula e Dilma pede apuração sobre declarações de advogado foragido


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Os advogados de João Santana e Mônica Moura afirmaram nesta sexta-feira (29) que pedirão à Procuradoria-Geral da República que investigue a offshore Deltora Entrerprise Group, bem como a conta que teria sido usada para repassar valores não declarados pelo casal, segundo o advogado Rodrigo Tacla Duran, foragido da Lava Jato.



A nota classifica como "caluniosas e infundadas as informações atribuídas" a Duran, que atuou para a Odebrecht entre 2011 e 2016 e agora está na Espanha.

Segundo a Folha de S. Paulo, o advogado, que teve prisão decretada pelo juiz Sergio Moro e está na Espanha, diz ter uma planilha que apontaria repasses ainda não conhecidos a Santana e sua mulher e pretende detalhar o assunto em livro que está escrevendo.

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Leia a íntegra da nota:

Tendo em vista as declarações caluniosas e infundadas atribuídas ao Sr. Tacla Duran, as defesas de João Santana e Mônica Moura vêm a público informar
1. Estão peticionando junto à PGR refutando e pedindo investigações contra as mentirosas afirmações do sr. Tacla de que nossos cliente seriam titulares ou beneficiários offshore Deldora Enterprises Group. e da conta 1-313627 e que, através delas, teriam recebido repasses da Odebrecht, ficando à disposição pra ajudar nas investigações, porquanto nunca tiveram qualquer vínculo com mencionadas contas
2. Todas as movimentações financeiras dos nossos clientes, no Brasil e no exterior, foram informadas às autoridades a quem franquearam e facilitaram acesso a todas suas contas
3.A defesa acha sintomático que afirmações caluniosas como estas surjam no momento em que se nota uma frenética movimentação, em determinados setores, na tentativa de desmoralizar o instituto das colaborações premiadas, ressaltando que os acordos de colaboração de João Santana e Monica Moura foram realizados de forma cautelosa pela PGR, com a análise minuciosa das valiosas informações trazidas pelos clientes.
4. As medidas legais serão tomadas.
Beno BrandãoAlessi BrandãoJuliano Campelo

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Folha de S. Paulo
Editado por Política na Rede
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