sábado, 11 de novembro de 2017

'É voltar ao que os brasileiros já recusaram: financiar o Foro de São Paulo', diz Caiado sobre recriação de imposto sindical


Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
O senador Ronaldo Caiado criticou duramente as propostas em discussão para recriar o imposto sindical. As propostas apresentadas até o momento recriam o imposto que acabou de ser extinto, e podem chegar a cobrar 3,5 vezes mais do que era cobrado dos trabalhadores. 


Na proposta do deputado federal Bebeto Galvão (PSB-BA), basta que 10% da base do sindicato aprove a contribuição em assembleia; se aprovada, ela só não seria descontada dos sindicalistas que comparecessem à assembleia e votassem "não". O total máximo de contribuição, fixado em 1% da folha de pagamento, equivale a 3,5 dias de trabalho – o antigo imposto sindical obrigatório equivalia a 1 dia trabalhado.

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O senador Ronaldo Caiado apontou a "pegadinha" da proposta: "Olha a pegadinha. 'Essa contribuição teria o valor máximo de 1% da folha de pagamento e, se aprovada, só não seria descontada apenas de quem comparecesse à assembleia e votasse não'. Dificilmente grande parte dos trabalhadores iriam a uma assembleia, por razões óbvias: têm que trabalhar. E essas datas de assembleia são sempre um mistério e uma surpresa. Quer regulamentar a contribuição? Que o trabalhador possa escolher facilmente se quer ou não sustentar sindicatos. Fora disso, é voltar ao que os brasileiros já recusaram: pagar estruturas milionárias de entidades em sua grande parte sustentando ideologia ligada ao Foro de São Paulo".

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