quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Presos e afastados do mandato, Picciani, Melo e Albertassi continuarão a receber salário de R$ 25 mil


Imagem: Guito Moreto / Ag. O Globo
Afastados do mandato por decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2), os deputados estaduais do Rio Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos dos PMDB, continuarão a receber salário bruto de R$ 25.322. Os três estão presos preventivamente acusados de receber propina para defender os interesses de empresas de ônibus.


Em uma estratégia para tentar sair dos holofotes, os três haviam tirado licença por motivo particular, não remunerada, após a Assembleia Legislativa (Alerj) ter revogado suas prisões. Eles argumentaram que estavam se afastando das atividades parlamentares até fevereiro, quando acaba o recesso parlamentar, para se dedicar a suas defesas. Na terça-feira, no entanto, o TRF-2 determinou novamente a prisão dos deputados e decidiu afastá-los do mandato.

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Segundo a Procuradoria da Alerj, o afastamento determinado pelo tribunal se sobepõe às licenças.

O relator da Operação Cadeia Velha, desembargador Abel Gomes, afirmou que a Alerj cometeu duas ilegalidades na sessão da última sexta-feira: emitiu um alvará de soltura para os deputados sem que isso passasse pelo tribunal e "ingressou em matéria que não é de sua competência" ao deliberar também sobre o afastamento dos deputados, quando deveria se pronunciar apenas sobre a prisão, segundo o desembargador

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Fernanda Krakovics
O Globo
Editado por Política na Rede
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