quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Sócio do filho de Lula mandou esconder documentos e computadores horas antes de operação da PF


Imagem: Reprodução / Redes Sociais
Em 3 de março de 2016, véspera da Operação Aletheia, Jonas Suassuna determinou aos diretores do Grupo Gol que reunissem todas as pastas com documentos de cada área da empresa na ‘sala 3’.



A ordem está registrada em email, obtido com exclusividade pelo site O Antagonista, de Roberto Bahiense, diretor de relações institucionais, aos colegas Alessandro Sargentelli (Financeiro), Ricardo Machado (Tecnologia) e Marco Aurélio Vitale (Comercial).

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Ele escreve: “As pastas de cada área deverão ser agrupadas na Sala 3, conforme recomendação do Jonas. Obrigado.”

Vitale se recusou a cumprir a ordem, que interpretou como “obstrução de justiça”. Ele entregou o “email-bomba” à Lava Jato e revelou que Sargentelli ficou com a chave da sala.

A Operação Aletheia, 24ª fase da Lava Jato, teve como alvo Lula e sua família, além de Jonas Suassuna, sócio de Lulinha e laranja do sítio de Atibaia.

Como O Antagonista revelou na semana passada, a Polícia Federal deixou de cumprir o mandado de busca e apreensão justamente na sala 3, onde foram escondidos também os HDs dos computadores e imagens das câmeras de segurança.



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O Antagonista
Editado por Política na Rede
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