sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

‘Chegou a hora de o Brasil dar um basta definitivo nessa bandalheira e nestes bandoleiros instalados no poder (do PT ao PMDB, do PP ao PSDB e outros), serei candidato para isto’, afirma o presidenciável Levy Fidelix


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O presidente do PRTB, Levy Fidelix, criticou as campanhas eleitorais que já estão em curso, como a de Lula, que percorre o país em "caravanas", em desobediência à lei eleitoral: "O PRTB lançou-me como pré-candidato à presidência. Quisemos fazer isso exatamente para evitar irregularidades como as de alguns outros candidatos. Você vê Lula nessas caravanas, já está em campanha, né? Bolsonaro nos aeroportos, Alckmin se lançou agora. Podem fazê-lo, mas por que não fazem na condição de pré-candidatos? Eu quis, como sempre fiz, nos limites da legalidade, atuar como pré-candidato. Alguns já são estão dizendo que são pré-candidatos, mas sem o carimbo partidário, que permite, inclusive, não ser multado".


Levy Fidelix explica que as campanhas vêm sendo marcadas pela deslealdade e por fraudes na apuração: "Primeiramente, acho que as campanhas passadas, das quais eu participei, foram muito desleais. Por exemplo, em 2014, a Dilma,  tinha 11 minutos de televisão e eu tinha 55 segundos. Dona Dilma investiu 350 milhões de reais, todo  mundo sabe, estão aí os escândalos da Lava Jato; e eu, 350 mil - mil vezes menos. Ela ainda tinha a máquina pública, Bolsa Família, e levou dessa maneira que levou, numa traquinagem fraudada das urnas eletrônicas".

Para o pré-candidato, as fraudes das urnas eletrônicas são reais, são do interesse dos grandes partidos, e são perpetradas por esses mesmos partidos: "Você sabe que o PT e PSDB, juntamente com o PMDB, há muito tempo estão por trás dessas fraudes. Ninguém provou o contrário. Nem o TSE que, semana passada fez, mais uma vez, testes, e foi invadido por hackers. Eu estou há muito tempo nessa caminhada dizendo que as urnas são fraudáveis. Tem lá um vírus lá das urnas Smartmatic que afeta a programação. Muita gente vai até votar e a foto da pessoa em quem quer votar não consta. Na Venezuela houve recentemente uma prova contundente, com mais de um milhão de eleitores a mais. Em 2006, o Brasil tinha 125 milhões de eleitores, e a intranet apresentou um resultado de 251 milhões de eleitores. Ora, se nem isso de população o Brasil tinha, como pode ter o dobro? É lamentável isso, mas é verdade!"

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