quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

‘Eu e o meu partido, PRTB, temos feito ao longo dos anos a boa política, ética e eficiente, em prol do povo, ao contrário do PT, PMDB, PSDB et caterva’, afirma Fidelix


Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O pré-candidato à presidência pelo PRTB, Levy Fidelix, apontou que uma de suas vantagens nesta candidatura é a sua distância dos políticos tradicionais envolvidos em falcatruas. Para Fidelix, os pequenos partidos, de base ideológica, devem conseguir uma votação mais expressiva nas próximas eleições: "Eu sou um político tradicional, porém nunca envolvido em nenhum escândalo, nenhuma propina. Ao contrário, nosso partido recebe um fundo partidário exíguo.  Recebemos ínfimos valores para que a máquina possa funcionar. Mas até abro mão disso.  Nós tivemos no ano passado, por exemplo, 1 milhão e 300 mil votos para vereadores. Ora, o famoso PMDB, com seus milhões todos e toda a propina, teve 9 milhões de votos. Quer dizer, somos 15% do PMDB ou 20% do PSDB, sem propina, sem governo, sem nada. Significa que nós que fazemos a boa política, a política ética, correta, como deveria ser, sem subtrair do povo".

Para Fidelix, os grandes partidos não se preocupam com o povo: "Acontece que a maior parte dos políticos foi envolvida por grandes empresas, porque querem o poder pelo poder. E o PRTB tem tido uma política de dar espaço e oportunidades para as pessoas participarem do processo democrático. Agora, o processo democrático tem sido lamentavelmente deturpado por excesso de poder para quem não pode ter o poder, e excesso de valores econômicos para quem não sabe usá-los".

Levy Fidelix acredita que o próximo presidente precisa controlar os gastos públicos para recuperar a economia: "a máquina pública gasta demais e arrecada mesmo. Mas veja, por exemplo, o Judiciário, com milhares de processos e não julga. Precisamos fazer fazer uma reforma também no Judiciário. Mas a primeira reforma seria a bancário-financeira, para botar o Brasil nos trilhos do desenvolvimento. Nós não sabemos a quem devemos, quanto devemos e quanto pagamos por ano. Eu sei. 540 bilhões de reais pagamos só em juros no ano de 2016. Ou seja, pagamos 25% só  para banco. E não sabemos a que bancos, que pessoas estão por trás disso".

Fidelix defendeu o controle do Banco Central pelo governo: "Agora querem privatizar a Casa da Moeda. Espertos, porque já têm o Banco Central na mão, o governo não manda lá. Eu, sendo presidente, não vou deixar isso acontecer. O controle da Casa da Moeda, do Banco Central, tem que ser do Estado. Ele também tem uma parte fundamental que tem que entregar para a iniciativa privada. Portos, aeroportos... deem para a iniciativa privada. Podem muito bem ajudar nisso. Não pode o Estado arrecadar para ficar colocando dinheiro em áreas que não sejam sociais, e depois privatizar a preço de banana".

Para o presidente do PRTB, o Estado deve se reduzir às necessidades mínimas: "Agora, cabe ao Estado, como indutor, colaborar, contribuir, dando diretrizes a curto, médio e longo prazo. Caba ao Estado contribuir com ações de nível assistencial, de emergência. O Estado como diretor magno, maior de todo o País. Ficam com esse chamado tripé, esse monetarismo do Meirelles. Ótimo, sr. Meirelles, mas primeiro tem que produzir, né? Baixar a inflação diminuindo o poder de compra? Tem que controlar, mas com juro alto, você está matando o paciente. Meirelles quer gerar excedente, superávit fiscal para pagar os juros dos bancos, pagar para eles mesmos. Aí vem fazer reforma da Previdência, atacando os direitos. Direito adquirido é direito adquirido. O cara já trabalhou, vai subtrair dele um direito sagrado? Tira dos bancos, ora!"

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