terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Feminista de topless tenta arrancar estátua de Jesus de presépio no Vaticano


Imagem: Reprodução/Facebook Femen
Uma ativista do grupo feminista Femen tentou invadir o presépio da Praça São Pedro, no Vaticano, e roubar a estátua do bebê Jesus do cenário, nesta segunda-feira de Natal (25).



A feminista , que foi identificada pelo grupo como Alisa Vinogradova, chegou a pular os trilhos de segurança do presépio, mas foi impedida pela polícia enquanto agarrava a estátua de Jesus.

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Durante sua intervenção, a ativista – que estava de topless – gritou "Deus é mulher", frase que também estava pintada nas suas costas.

Embora não tenha conseguido completar o seu protesto, Alisa foi apenas uma de três. Afinal, ainda nesse feriadão de Natal , outras duas mulheres subiram no cenário montado na Praça São Pedro em atos 'contra o patriarcado'.

Representando a Virgem Maria, duas ativistas do grupo chegaram a subir no cenário, vestindo véus brancos e mantos azuis, e com os seios a mostra – marca registrada do Femen.

Para o grupo, a política do Vaticano é "um forte ataque medieval à liberdade das mulheres e a seus direitos naturais", diz nota publicada na pagina do Femen, que acrescenta: "Uma criança não vem de um deus, mas de uma mulher".

Por isso mesmo, o protesto feito na capital da Igreja Católica teria como foco a denúncia contra o feminicídio e a violência contra a mulher. Outra pauta em jogo foi a descriminalização do aborto.

"O aborto continua a ser ilegal em 20 países do mundo e muito restrito em dezenas de outros", diz o comunicado divulgado pelo grupo. "Maria nos lembra que já não vivemos em tempos arcaicos", continua.

Em sua publicação sobre o ato de protesto, o Femen pediu ainda que outros grupos se unam à sua causa.

" Mulheres , homens, cristãos, judeus, muçulmanos, ateus, agnósticos, secularistas, vamos todos, juntos, tomar uma posição contra a violência sobre as mulheres", escreveu. "Vamos trabalhar juntos para fazer de 2018 um ano mais pacífico e mais igual para todos", encerra o grupo feminista.

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Editado por Política na Rede
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