quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Delegado diz que ainda não é possível saber a causa do acidente que matou Teori Zavascki


Imagem: STF
O delegado Rubens Maleiner, que conduz a investigação do acidente de avião que matou o ministro Teori Zavascki em janeiro de 2017, participou da reunião do diretor-geral da Polícia Federal com a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, na manhã desta quarta-feira (10). Ele relatou à presidente do Supremo que a investigação ainda está em andamento, mas já em um estágio avançado. “A possibilidade de um ato intencional contra o avião foi bastante explorada na investigação, com diversas perícias, e nenhum elemento nesse sentido foi encontrado. Pelo contrário, tudo conduz a um desfecho não-intencional”, declarou.


Segundo ele, ainda não é possível saber qual foi a causa do acidente. Ele afirmou que a hipótese mais provável é falha do piloto. “Ainda dependemos de algumas perícias para fechar uma posição efetiva. Existe um conjunto de fatores que podem ter levado àquele desfecho, que dizem respeito especialmente às condições meteorológicas e às trajetórias e alturas desempenhadas pelo piloto na aproximação da pista de pouso. A linha principal é falha humana”, comentou.

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Lava-jato

O ministro Teori Zavascki faleceu no dia 19 de janeiro de 2017, em um acidente aéreo ocorrido na cidade de Paraty (RJ) que vitimou outras quatro pessoas. Oriundo do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Teori tomou posse como ministro do Supremo em novembro de 2012 e ganhou grande notoriedade ao se tornar relator, no STF, dos processos oriundos da chamada Operação Lava-jato.

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STF
Editado por Política na Rede
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