quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Procurador aponta contradições e cobra MPF por não agir contra Gleisi depois de ela dizer que 'vai ter que matar gente'


Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O procurador Marcelo Rocha Monteiro questionou a inércia do Ministério Público Federal face às ameaças propagadas pela senadora ré e presidente do PT, Gleisi Hoffmann. Monteiro comparou o tratamento dado a Gleisi com o tratamento dado a outros políticos. Lembrando que o MPF agiu para impedir a posse de Cristiane Brasil e processou o deputado Jair Bolsonaro, mas nada faz contra a senadora ré, o procurador pergunta: "É isso mesmo, MPF?". 


Leia abaixo o texto do procurador: 

O fato de uma deputada ter respondido a reclamação trabalhista violou - segundo procuradores do Ministério Público Federal - o princípio da moralidade pública, e a impediu de assumir um ministério.
A frase de um deputado para uma colega que o ofendera chamando-o de estuprador (“e a senhora não merece ser estuprada”) constituiu - na visão do então chefe do mesmo MPF, o Procurador-Geral Janot - “apologia ao estupro” (santa ignorância!) e gerou um processo criminal contra o deputado.
O discurso da senadora do nariz arrebitado não fere a moralidade, não incita à violência, é apenas o legítimo exercício da liberdade de expressão.
É isso mesmo, MPF?

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