segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

'Imposto zero para remédio e cesta básica antes que o povo faminto e sem saúde arrombe a porta da nossa frágil democracia!', defende Levy Fidelix


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Levy Fidelix, pré-candidato à presidência, defendeu imposto zero para alimentos da cesta básica e remédios: "Há duas coisas que para mim são muito importantes, são propostas minhas do passado que continuam vigentes. A pessoa pobre come arroz, feijão e paga os mesmos impostos do rico. Os alimentos da cesta básica não podem ser sobretaxados como são. Seria uma ajuda incomensurável se os governos das diversas esferas pudessem se entender e tirar esses impostos. Cabe ao governo federal dar o exemplo e tirar os impostos federais, inclusive dos transportes de alimentos e víveres. O campo vai produzir mais e ajudaremos as pessoas menos favorecidas, inclusive a classe média que está depauperada".


Para o presidente do PRTB, o imposto zero é uma "forma indireta mas fundamental para reduzir a miserabilidade do povo brasileiro. Se a pessoa quiser comer produtos mais refinados, que pague imposto. Mas arroz,  feijão, trigo, pão, óleo? Vou continuar a exigir dos poderes públicos a eliminação dos impostos sobre os alimentos que compõem a cesta básica e também dos remédios. Quem pode comprar remédio hoje? Os impostos vão de 40 a 80 por cento, do sonrisal ao remédio para câncer, as pessoas pagam até 300 reais pela vacina da febre amarela! O governo federal recebe anualmente de impostos de 40 a 45 bilhões de reais da indústria farmacêutica. E gasta pouco com hospitais. O Estado não pode atuar como empresário da doença. A União recolhe mais de dois trilhões por ano. O recurso não vai faltar. Tem que tirar dos banqueiros, aqueles que exploram a sociedade com juros escorchantes. Os bancos subtraem da sociedade um terço do orçamento, e ninguém fala disso".

"Eliminando os impostos dos remédios podemos ter um preço máximo nacional. Os laboratórios podem ter lucro e o povo pode ter acesso à saúde. Sei que tem um senador lá de Brasília querendo copiar esse projeto. Ótimo! Desde que faça, para o bem dos brasileiros! Não interessa o autor, o que importa é que os políticos têm que estar a serviço da população", conclui Fidelix.

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