sexta-feira, 16 de março de 2018

'De repente a esquerda descobriu que, no país com 60 mil homicídios/ano, eles também são alvos em potencial', ironiza especialista em segurança pública


Imagem: Produção Ilustrativa / Gazeta Social
O especialista em segurança pública Benedito Gomes Barbosa Jr., autor do livro Mentiram para Você sobre o Desarmamento, apontou os números absurdos de políticos e candidatos que são mortos no Brasil todos os anos, sem que tenha havido uma comoção por parte das esquerdas. 

Leia abaixo o texto de Bene Barbosa: 

Imagem: Reprodução / Estadão


Esse é o mapa parcial de políticos e candidatos mortos no Brasil de 1979 até 2013, mas de repente a esquerda descobriu que no país com 60 mil homicídios/ano - isso falando de dados oficiais - eles também são alvos em potencial.

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Só entre agosto e setembro de 2016 mais de 20 candidatos a prefeito e vereador foram assassinados, a maioria no norte e nordeste. Ninguém gritou que isso era um ataque à democracia.
No dia 22 de fevereiro deste ano o ex-vereador de Niterói Carlos Magaldi, de 67 anos, foi assassinado na porta da casa do filho. Não lembro de ter havido qualquer comoção. No dia 17 de dezembro de 2015, Marco Aurélio Lopes foi atacado em sua casa. Ele era policial militar e vereador em Paracambi, na Baixada Fluminense. Dois exemplos apenas.
Ontem, no mesmo horário do assassinato da vereadora, um empresário de 43 foi assassinado durante um assalto, seu filho de apenas 5 anos ficou longos minutos gritando, desnorteado, que haviam matado seu pai, mas ele não era do PSOL...
Como escreveu Alexandre Borges em seu Twitter: Todas as vítimas da criminalidade são iguais. Mas algumas são mais iguais que as outras". E eu complemento dizendo: tudo depende do seu espectro ideológico...

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