sábado, 14 de abril de 2018

'Coerência nunca foi o forte dessas pessoas; sempre foram contra prisões, mas exigem energia e punição no caso da vereadora do Rio', diz promotor


Imagem: Produção Ilustrativa / Correio do Poder
O promotor de Justiça Rodrigo Merli Antunes, que atua no Tribunal do Júri de Guarulhos, mostra que a exigência de investigação célere e pronta punição no caso da vereadora assassinada no Rio de Janeiro mostra, mais uma vez, a incoerência no discurso da esquerda: "sempre foram contra a prisão e o efetivismo penal, mas, há semanas, estão a exigir energia no caso da vereadora do Rio (e, justamente, da polícia que sempre quiseram abolir)".

Leia abaixo o artigo completo:

Semanas atrás, um dos ministros do STF aduziu em um evento que aqueles que defendem uma aplicação firme da lei são logo taxados de “fascistas” e “ditadores”, ao passo que os chamados “liberais” e “progressistas” são sempre enaltecidos. 
Pois bem, apesar de não idolatrar nenhum membro do Supremo, tenho que o tal magistrado foi perfeito. Para muitos, a lei, a ordem, a prisão e a polícia são instrumentos de gente reacionária e intolerante, que nutre ódio pelos menos favorecidos, estes vítimas do capital e da sociedade. 
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Haja paciência, né? Será que não é justamente o contrário? Creio que ditadores, fascistas e intolerantes foram os ídolos de muitos “garantistas” atuais, os quais, antes de irem para o inferno, bradavam aos quatro cantos o seguinte: “Precisamos odiar. O ódio é a base de tudo. Somos favoráveis ao terror organizado. Isso deve ser admitido francamente” (Lênin); “O governo não é amor. É o martelo com que esmagamos nossos inimigos” (Mao Tsé Tung); “Até agora, os camponeses não foram mobilizados, mas, através do terrorismo e da intimidação, nós os conquistaremos” (Che Guevara); “Não temos compaixão alguma. Quando chegar nossa vez, não inventaremos pretextos para o terror” (Karl Marx). 
Como visto, nada mais incoerente do que ter como gurus gente desta estirpe e, ao mesmo tempo, taxar os outros de opressores e propagadores do ódio. 
Mas, é fato, coerência nunca foi o forte dessas pessoas. Vide os acontecimentos dos últimos meses. Elas sempre foram contra a prisão e o efetivismo penal, mas, há semanas, estão a exigir energia no caso da vereadora do Rio (e, justamente, da polícia que sempre quiseram abolir). 
É, ministro, o Sr. foi preciso! Isto está mesmo uma bagunça! Pena que muitos ainda não se aperceberam. Alguns, por manipulação de parte da mídia e da intelligentsia; já outros, porque não buscam conhecimento. E, como já dizia Mário Quintana, “o pior analfabeto não é aquele que não sabe ler, mas, sim, aquele que sabe ler, mas não lê”.

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