sexta-feira, 27 de abril de 2018

'Daqui a pouco os ministros da defesa dos bandidos de estimação estarão tentando prender os juízes honestos, começando por Sergio Moro', afirma jornalista Augusto Nunes


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O jornalista Augusto Nunes aponta o absurdo da decisão dos ministros Toffoli, Gilmar Mendes e Lewandowski de tirar do juiz Sérgio Moro trechos das delações premiadas da Odebrecht. Segundo o jornalista, "no Brasil, patifes togados viraram ministros da defesa dos bandidos de estimação. No momento, fazem o diabo para livrar Lula da cadeia. Daqui a pouco estarão tentando prender os juízes honestos, começando por Sergio Moro".

Leia abaixo o texto completo: 

Os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski sabem que as relações promíscuas entre Lula e a Odebrecht foram consolidadas também por contratos criminosamente lesivos à Petrobras. Também sabem que o bilionário assalto à maior das estatais foi retribuído com favores de comparsa agradecido. Por exemplo, as obras no sítio de Atibaia e outras maracutaias imobiliárias.
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Gilmar, Toffoli e Lewandowski sabem, enfim, que as revelações feitas por Emílio e Marcelo Odebrecht tornaram inevitável a condenação de Lula no processo sobre a sem-vergonhice ocorrida em Atibaia, prestes a ser concluído por Sergio Moro. É por isso que a trinca de ministros resolveu proibir o uso pela Justiça Federal de Curitiba dos trechos da delação da Odebrecht que afogam Lula no pântano da corrupção.
Nas cortes supremas do mundo civilizado, todos os juízes são guardiões da lei. No Brasil, patifes togados viraram ministros da defesa dos bandidos de estimação. No momento, fazem o diabo para livrar Lula da cadeia. Daqui a pouco estarão tentando prender os juízes honestos, começando por Sergio Moro.

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Correio do Poder
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