domingo, 8 de abril de 2018

Em rádio de Criciúma, Levy Fidelix chama de 'suicida' a 'política monetarista de Temer e Meirelles'


Imagem: Produção Ilustrativa / Política na Rede
Em entrevista a uma rádio de Criciúma, o pré-candidato à Presidência Levy Fidelix criticou a política monetarista do governo atual e defendeu um modelo keynesiano. Para Fidelix, "o brasileiro precisa de tranquilidade para poder produzir. É fundamental que nós brasileiros possamos trabalhar e colher o fruto de nosso trabalho, com paz, tranquilidade, serenidade. Para isso, é preciso termos uma economia que cresça. Tem que crescer 10, 12, 14 por cento. O Brasil já fez isso! No tempo de Médici, por quatro anos seguidos. O Brasil paga 1 trilhão de reais de juros. O peso do orçamento nacional é para bancos. Vou combater muito essa questão do mercado ditar as regras do jogo no País. Vamos partir para outro modelo de desenvolvimento nacional, chamado de keynesiano, com maior produção, maior produtividade, maior qualidade de vida para o brasileiro". 




Segundo o pré-candidato, o Estado precisa agir para incentivar os empresários e assim impulsionar a economia: "temos um plano para dar incentivos à pequena e média empresa; criar um banco da juventude, para financiar o jovem; dar incentivos à agricultura, indústria e comércio; e tirar dos banqueiros. Eles drenam um terço do esforço nacional só para pagar os rentistas. Essa besteira eu vou acabar, esse monetarismo do Meirelles e do Temer, e também de Dilma e Lula, que favoreceram essas grandes corporações e, com isso também, superfaturamento de obras; o Moro está aí prendendo todo mundo. Temos que passar o Brasil a limpo e também ter investimento na educação, já que uma geração foi perdida com esses canalhas da esquerda. Temos que dar à população condições para uma boa alimentação, que tem impostos elevados, então o povo não consome; vou desonerar a cesta básica para que não tenha impostos sobre impostos. O produtor produzirá mais. Temos que zerar também os impostos sobre remédios, ter remédio com imposto zero - hoje em dia um aposentado consome seu ínfimo salário em remédios. O Estado não pode funcionar como um empresário do remédio".


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Gazeta Social
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