sábado, 12 de maio de 2018

Procuradores da Lava Jato criticam decisão de Gilmar Mendes


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes mandou soltar Paulo Vieira de Souza, apontado como o operador do PSDB no esquema de propinas da Odebrecht. O procurador Roberson Pozzobon, integrante da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, reagiu: "O Ministro Gilmar Mendes soltou Paulo de Souza e disse que a prisão não 'encontra amparo em fatos'. O fato é que: autoridades suíças informaram que Paulo possuía contas lá, em 2016, com mais de R$ 120 milhões; e, em 2017, os valores foram escoados para Bahamas". 

O coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol, concordou com Pozzobon: "Ou seja, estão presentes razões clássicas para prisão preventiva, com provas da prática reiterada de crimes e atualidade (especialmente se ainda houver valores escondidos fora do país). Prisão preventiva é evidentemente cabível".

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