terça-feira, 1 de maio de 2018

Testemunhas relatam que homem foi agredido a pedradas e rojões antes de tiros no acampamento pró-Lula


Imagem: Anderson Grossl / RPC
Testemunhas ouvidas pela Delegacia de Homicídios de Curitiba relataram conflitos com os integrantes do acampamento montado em apoio ao ex-presidente Lula, pouco antes do ataque a tiros que deixou um homem ferido, na madrugada de sábado (28).

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Um educador social que disse estar ao lado de Jeferson Lima de Menezes, o homem ferido, contou que um motorista "mais radical" passou em frente ao local, em um carro sedan, e passou a xingar os presentes, além de manifestar apoio a um candidato à presidência, não informado pelo depoente.

A testemunha afirma que os acampados reagiram soltando fogos de artíficio, "para alertar os demais", e alguns jogaram pedras contra o veículo, que foi atingido na lateral.

O motorista, então, dirigiu por mais quatro metros, parou o carro e desceu. Os militantes reagiram direcionando fogos de artifício diretamente contra o homem, que gritou que voltaria para matar as pessoas que estavam ali, diz a testemunha.

Ainda conforme o depoimento, 15 minutos depois, um homem chegou a pé no acampamento, gritou "perdeu" e efetuou vários disparos. O depoente não soube dizer se tratava-se do motorista que os ameaçou.

Outras duas testemunhas também afirmaram à polícia terem ouvido a ameaça. Segundo uma delas, o clima no momento dos tiros era "de total pavor, semelhante a uma guerra".

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G1
Editado por Política na Rede
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