quinta-feira, 26 de julho de 2018

'E se nossos representantes fossem sorteados, ao invés de eleitos?', questiona economista


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
O economista Ricardo Amorim propôs, em sua coluna no jornal Gazeta do Povo, um exercício de imaginação: "Como melhorar a democracia? Tem surgido algumas soluções criativas. Apesar de ainda ser muito cedo para dizer se elas são melhores do que o que temos, é bom ficar de olho. Uma delas parece meio maluca, mas não é: e se a gente substituísse a eleição de nossos representantes todos, ao menos para o Congresso, por sorteio? Algumas vantagens. Os gastos que nós temos com as eleições e partidos, acabariam. Por consequência, economizaríamos milhares de reais que poderiam ser usados para ações na saúde e educação e outras coisas. A gente não teria mais oposição, porque os representantes foram escolhidos de forma aleatória. Isso quer dizer que deixaríamos de ter grupos políticos jogando para que o país não funcione. De quebra, acabamos com os políticos profissionais, porque ninguém ficaria por mais de um mandato e reduziríamos muito a corrupção de grupos que se apoderam do poder em seu benefício. E quem vai ser esse Congresso? Será que seria muito diferente do que é hoje?".

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