sexta-feira, 12 de outubro de 2018

PT processa Janaína Paschoal por dizer que atentado contra Bolsonaro não foi um ato isolado


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
A jurista Janaína Paschoal, eleita deputada estadual com a maior votação da História, relata que o PT a processou por dizer que o atentado contra a vida do candidato Jair Bolsonaro não foi um ato isolado, embora a professora não tenha mencionado o partido.  Janaína Paschoal explica a estratégia usada pelo partido: "inverter os papéis, técnica típica dos totalitarismos". E alerta: "Tenho recebido muitas mensagens, alardeando que a Democracia corre riscos. Se o PT voltar ao poder, depois de tudo que ficou comprovado, corre risco sim...".

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Leia abaixo as reflexões de Janaína Paschoal:

O PT está me processando por eu ter dito que o atentado a Jair Bolsonaro não foi um ato isolado. Ao fazer essa ponderação, eu não mencionei o nome do PT. Na ação, o PT nega viés ideológico por parte do agressor. Negar os fatos, esse é o método do PT.
Eu não acusei, nem estou acusando ninguém. Mas é importante que fique claro que a grande vítima de crime de ódio político-ideológico, nesta eleição, foi Bolsonaro!
Eles acusam de discurso de ódio quem foi vítima de crime de ódio orientado pela ideologia deles... inverter os papéis, técnica típica dos totalitarismos... Leiam Hannah Arendt.
Tenho recebido muitas mensagens, alardeando que a Democracia corre riscos. Se o PT voltar ao poder, depois de tudo que ficou comprovado, corre risco sim...
Se eles fizeram tudo que fizeram quando precisavam disfarçar, o que não farão agora, que ninguém está comprando embrulhado? Pensem nisso!
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