segunda-feira, 19 de novembro de 2018

'O Brasil precisa pedir desculpas aos cubanos pelas atrocidades do Mais Médicos. Viramos colônia de Cuba', denunciou Caiado em 2014


Imagem: Produção Ilustrativa / Folha Política
Caiado assestou a subordinação dos profissionais da saúde cubanos a um "capitão do mato" e listou algumas regras que ditam o comportamento íntimo dos trabalhadores em atividade no país, seja em relações amorosas, em relação a saídas à noite, ou mesmo sobre a participação em festas.

"Se tiver relacionamento amoroso com alguém do país nativo, deve informar imediatamente às autoridades cubanas para saber se ele está de acordo com o 'pensamento revolucionário'; se for sair após as 18 horas tem que informar ao 'capitão do mato'; se tiver que sair com algum brasileiro tem que identificar o lugar em que vai visitar; qualquer viagem ou deslocamento deve ser informada; só pode ingerir bebida alcoólica em alguma festividade nacional cubana ou atividade do grupo cubano; é proibido o envio pra Cuba de qualquer objeto não autorizado pelo regime; e não se pode participar de nenhum ato público ou emitir nenhuma opinião à imprensa sem prévia autorização. Ou seja, quem controla os medico cubanos não é a legislação brasileira, é um supervisor, um capitão do mato, instalado por Cuba aqui no território brasileiro", acusou. Assista ao vídeo:

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