sexta-feira, 21 de junho de 2019

Ao lado de Sergio Moro, Flávio Bolsonaro derruba 'teoria da conspiração' sobre entrada de Moro no Governo



Em apoio a Sergio Moro, ministro da Justiça do Governo Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro e Senador da República, desmontou alegações de "conluio" e "teoria da conspiração" no que toca à entrada de Sergio Moro no Governo Bolsonaro. Neste contexto, ele repercutiu denúncias no que concerne a como teria sido realizado o ataque hacker contra a Operação Lava Jato.

"Eu quero dar o meu testemunho aqui, que foi dito, Ministro Moro... Toda hora alguém supõe algum conluio entre V. Exa. e o Presidente Bolsonaro, algo antecipado. Eu quero aqui dar o testemunho, Major Olimpio: eu estava presente no momento em que V. Exa. e o Presidente Bolsonaro, recém-eleito, se conheceram, na Barra da Tijuca, onde houve a conversa. Inclusive, quero pedir perdão à Presidente, Simone Tebet, pelo que eu vou falar aqui agora, porque sei que V. Exas. não almoçaram ainda. O Ministro Moro não teve nem oportunidade de provar a iguaria mais famosa do Brasil no momento, que é o pão com leite condensado do nosso Presidente Bolsonaro. E, nessa reunião, também nada foi tratado sobre STF. Não há nenhuma vinculação, nenhum compromisso firmado sobre isso. Mais uma vez, algumas pessoas querendo dar a entender que foi algo planejado e acordado", asseverou.

"Em paralelo a tudo isso que está acontecendo, também foi trazida à baila uma denúncia que me parece também bastante grave, caso se confirme, que foi esse grande conluio que pode ter acontecido para desestabilizar a nossa demografia, para atingir um Chefe de Estado, um Presidente democraticamente eleito, que foi esse caso que o Glenn Greenwald poderia ter pago um hacker russo para invadir os celulares de autoridades brasileiras. E essas transações, o pagamento pode ter sido feito em bitcoins, uma moeda que é criptografada, não deixa rastros, no Panamá. E, segundo essas denúncias que foram feitas aí também pela mesma via das denúncias que estão sendo feitas contra V. Exas., esses vazamentos, esses recursos se transformaram numa moeda chamada ethereum, que também não deixa rastros, e, depois, enviado para a corretora na Rússia. Lá esse dinheiro foi convertido em rublo. É o que está dizendo na denúncia. Não estou falando que elas são verdadeiras. O beneficiário, o receptor dos recursos, usou o pseudônimo Viktor Pollson. Essa mesma pessoa transfere dinheiro para Xangai, na China. Coincidentemente, Bogachev usa os codinomes Pollinsoon e Slavik. Por causa disso, fez-se uma conexão entre Greenwald e o Russo", relatou.
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