quarta-feira, 19 de junho de 2019

Senadora Soraya, do partido de Bolsonaro, derruba manipulações contrárias a Sergio Moro frente a frente



A senadora Soraya Thronicke, do PSL - partido do presidente Jair Bolsonaro -, rebateu manipulações criadas pela oposição e por esquerdistas em geral com a finalidade de denegrir e sabotar Sergio Moro, ministro da Justiça do presidente Jair Bolsonaro.

Conforme a parlamentar, há os que "desconsideram os números, desconsideram as estatísticas, desconsideram os fatos. É bastante complicado lidar com gente que não tem razão, que não trabalha dentro da razoabilidade".

"Eu sou advogada e, logo que eu me formei, eu fui assessora de juízes e desembargadores. Então, eu conheço os dois lados: o lado de cá do balcão, do Judiciário, e o lado de lá. É natural, no cotidiano dos fóruns e dos tribunais, todas as conversas procedimentais. O que não é natural é prejulgar. E não houve, Ministro, nessas supostas falas colocadas aí por um não sei quem... Não houve prejulgamento. Em nenhum momento. O que houve foi conversa de procedimento, o que é bastante natural. Inclusive, nós temos aqui... Eu tenho uma uma fala, algo publicado pelo Advogado Luiz Carlos Dias Torres, que atuou na defesa de alguns envolvidos da Lava Jato, dizendo que o senhor o recebia, vocês conversavam sobre procedimentos, algo absolutamente natural", assestou.

"Lembrando também que o membro do Ministério Público, a atividade que ele exerce é atípica. Ministério Público a atividade que ele exerce é atípica. Atípica por quê? Porque o promotor de justiça, como o próprio nome já diz, promove a justiça. Ele não é obrigado a pedir a condenação, ele pode pedir a absolvição. Então é atípico, diferentemente do advogado, que tem a obrigação de defender o seu cliente, sob pena de ferir o código de ética. São trabalhos diferentes. E mesmo assim, a tal da petição de orelha é bastante comum, porque você conversa, então às vezes você evita alguma coisa protelatória, você já sente... Enfim, é natural. Quem não está lá dentro não sabe, então fica difícil falar. Então o MP é fiscal da lei", explicou a senadora.

Neste contexto, ela expôs como o país vivencia uma tentativa de golpe: "É impressionante como as pessoas desconsideram, os discursos apaixonados desconsideram os números: 45 condenações e 44 recursos. Desconsideram os números, desconsideram as estatísticas, desconsideram os fatos. É bastante complicado lidar com gente que não tem razão, que não trabalha dentro da razoabilidade. E considerando, Ministro, o alto nível criminoso dessas organizações criminosas, essa principalmente, envolvida na Lava Jato, eu acho que demorou para acontecer uma tentativa de golpe. Demorou muito! E eles tinham que fazer alguma coisa, então eles armaram isso. É óbvio, não é? E quem ganha com isso? A gente tem que ver quem ganha com isso. É igual a seguir o rastro do dinheiro, é ali, o faro é este: quem sai lucrando com essa parafernália".
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