quarta-feira, 17 de julho de 2019

Jovem deputado Marcel van Hattem faz discurso histórico ao escancarar crimes de comunistas



O jovem deputado Marcel van Hattem fez um discurso impactante no Congresso Nacional ao expor os malefícios de regimes tirânicos e totalitários revestidos com a ideologia comunista.

Ao abordar o caso de Cuba em especial e do apoio de políticos de esquerda brasileiros a este regime, o parlamentar foi categórico: "'Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força'. Impossível terminar a leitura de A Tragédia da Utopia sem lembrar da distopia orwelliana descrita ficcionalmente no livro 1984. A obra, publicada em 1949 — dez anos antes de Fidel entrar vitorioso em Havana —, talvez foi a que com melhor precisão delineou, ficcionalmente, os mais sombrios contornos de um regime totalitário e seus efeitos sobre as liberdades individuais com vistas a eliminá-las". 

"'Guerra é paz. Liberdade é escravidão. Ignorância é força' são os principais lemas do governo opressor para domesticar e submeter o povo da Província da Oceania, no clássico romance de George Orwell. O Grande Irmão, onisciente e onipresente, esmaga por meio de tele-telas, das forças repressivas do Estado e da própria denúncia de concidadãos qualquer possibilidade de autodeterminação individual: mesmo pensar por si próprio é uma ameaça ao Estado e, portanto, uma atividade completamente desaconselhável para quem não quiser arriscar o sacrifício da própria vida", salientou.

"A diferença básica entre 1984 e aquilo que os cubanos vivem desde 1959 está no fato de que a distopia de Orwell é ficção e suas vítimas não são de carne e osso. Encerra-se após a leitura e só continua nas memórias do leitor. A tragédia da utopia castrista é realidade. Até hoje. Passados sessenta anos, a utopia comunista em Cuba ainda não foi realizada — e jamais será, inelutável conclusão a que chegará o leitor deste livro de Percival Puggina. Para piorar, em vez de um grande irmão, tomaram a ilha de assalto dois irmãos Fidel e Raul, acompanhados de uma centena de guerrilheiros dentre os quais um dos mais sanguinários revolucionários da história, Che Guevara", pontuou. 

No ensejo, ele assestou as contradições do regime cubano: "O ódio como combustível para o motor da revolução, justificando cada execução sumária de opositores ao regime. Guerra é Paz. O enclausuramento da própria população a uma ilha cercada por tubarões serviu ao Estado e é dele dependente até mesmo para comer. Liberdade é escravidão. Níveis altos de alfabetização alardeados internacionalmente, mas em um país onde ninguém pode ler e escrever o que quiser, apenas ler aquilo que o Governo permitir. Ignorância é força".
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