quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Deputadas de Bolsonaro entram em confronto com esquerdistas para defender governo de difamações - CPMI das 'Fake News'



Em participação na CPMI das "Fake News", também conhecida como "CPI do Cyberbullying" e "CPI da Censura", as deputadas Caroline de Toni e Bia Kicis, do PSL - partido do presidente Jair Bolsonaro -, entraram em confronto com esquerdistas e outros oponentes do Governo Bolsonaro. Consoante as parlamentares, tal CPI almeja macular e atacar o presidente Jair Bolsonaro por meio de um "tribunal de exceção".

"Na verdade, o primeiro autor, o primeiro requerente desta CPI era do partido dele, que é o Deputado Alexandre Leite, do DEM, de São Paulo. E ele se retirou da Comissão, Deputado, dizendo que foi totalmente desvirtuado o objeto, a finalidade desta Comissão. E eu quero dizer aqui, como Vice-Líder do Governo, que me espanta que sempre que é formada uma Comissão, seja de CPI, seja para trabalho de medidas provisórias, é feito um amplo debate e um acordo para a formação da Mesa, e neste caso a formação da Mesa foi feita de forma que o Governo não pudesse...", asseverou Bia Kicis.

"O que eu quero dizer, Deputado, é que o Governo foi alijado dessa decisão, e o Deputado autor, que é do partido de V. Exa., declarou que se afastava porque percebeu que houve um acordo para tirar os aspectos técnicos desta Comissão e para que se politizasse esta Comissão, de forma a que se ataque a situação e o Governo. E nós não podemos concordar com isso. Então, há muitos vícios na origem, Deputado. Eu concordo com V. Exa., todos queremos jogar luz no tema, mas você não pode jogar luz quando tudo começa de forma sombria e obscura. Daí por que a nossa insatisfação, a nossa indignação e o nosso trabalho, sim, de obstrução: para protegermos exatamente a verdade", complementou ela.
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