segunda-feira, 16 de setembro de 2019

General Mourão é aplaudido por empresários alemães e nordestinos em pronunciamento sobre Amazônia e futuro do Brasil



O presidente em exercício, General Hamilton Mourão, reafirmou hoje o compromisso do governo brasileiro com a preservação da Amazônia. Durante  participação na abertura do 37º Encontro Empresarial Brasil-Alemanha (EEBA), em Natal (RN), Mourão disse que o resgate da economia é prioritário e que é responsabilidade de todos os brasileiros proteger e preservar as florestas.

“Estamos na era da economia do conhecimento, a economia 4.0. E aqui destaco, mais uma vez, que a nossa agricultura é 4.0, extremamente desenvolvida. E cada um dos nossos produtores rurais tem consciência perfeita que a preservação do solo é fundamental para o progresso e também para a preservação da vida na terra”, disse a empresários brasileiros e alemães.

O EEBA será realizado até amanhã e é organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias Alemãs (BDI), com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (Fiern). O evento anual tem o objetivo de fortalecer as relações bilaterais e aprofundar a parceria estratégica entre os dois países.

Ambiente global
Para o presidente em exercício, governo, empresas e sociedade precisam estar em constante interação e coordenação para sobreviver no ambiente global complexo, instável e competitivo.

“O Brasil está emergindo de uma crise econômica, política e psicossocial. A economia brasileira não está em sintonia com seu tempo, as instituições públicas ainda estão distantes dos anseios e necessidades da população”, disse.

“A América do Sul, nosso contexto regional, apresenta ainda vulnerabilidades, a dependência da exportação de produtos primários e a defasagem tecnológica convivem com a instabilidade dos nossos governos” afirmou.

Mourão destacou o compromisso do governo de restabelecer a confiança no país e nas instituições, por meio de reformas estruturantes, como da Previdência, tributária e o pacote anticrime, da abertura comercial, privatizações, desvinculação do orçamento e modernização do Estado. E, para ele, a reinserção internacional do Brasil é “fundamental para a próxima etapa do processo de desenvolvimento”.

A Alemanha é o quarto maior parceiro comercial do Brasil, atrás da China, dos Estados Unidos e da Argentina. A participação da potência europeia na corrente de comércio do Brasil em 2018 foi de 3,75%.

Mais de 54% dos produtos brasileiros exportados para a Alemanha são industrializados, incluindo máquinas mecânicas, automóveis, máquinas elétricas e produtos farmacêuticos. Em relação às importações, 99% das mercadorias que o Brasil compra do país europeu são bens industriais.

Com Agência Brasil
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